
Com o aumento exponencial do consumo e da comunicação, começaram a surgir agências especializadas para diversas áreas, tais como: Publicidade, Design, RP, Media,... e mais recentemente as agências de comunicação digital.
Por sua vez, também a comunicação digital se divide em agências de webdesign, de publicidade online, de RP 2.0., de media online, de programação online,... enfim quando as áreas começam a crescer há uma tendência para criar especializações.
No entanto coloco diversas questões:
- Será que há mercado para tanta agência?
- Será que o cliente tem capacidade para gerir tantos parceiros? E fazer a integração de todos eles.
São de facto questões muito importantes.
Contudo é no above que está a estratégia de comunicação da marca e seja qual for a área, deverá ser uma declinação de quem dita a estratégia.
Até aqui, era da TV e Imprensa que partia todo o conceito da comunicação marca, no entanto já todos sabemos que já não faz sentido que assim continue.
Já é mais do que evidente e sabido, que pensar num conceito para o digital e a partir deste, fazer as restantes declinações, trás muitas vantagens para a marca, tais como:
- redução de custos
- formas mais eficazes de medir o retorno
- criar uma plataforma de eCRM na qual pode ser o consumidor a actualizar e complementar os seus dados
- prolongamento da relação com o consumidor
- maior experiência e interactividade entre o consumidor e a marca
- maior abertura da marca para que seja o consumidor a comunicar a mesma
Será que as actuais agências de Above estão apresentar as melhores estratégias aos seus clientes?
Outros artigos:
http://marksilva.wordpress.com/2009/03/26/a-fresh-fish-story-why-digital-is-above-the-line/
O blog do Marketing e Comunicação Digital em Português
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1 comments:
Cada um puxa a brasa à sua sardinha e todos querem um bocado do mercado digital. Com tantos players a entrarem oriundos das mais diversas áreas, é natural que os clientes fiquem confusos e, normalmente, mal servidos.
Não basta a uma agência de RP dizer que agora é RP 2.0 e fazer umas coisas no Facebook e Twitter, tal como não basta a uma agência de webdesign dizer que também são experts em media social. O mercado é novo, ainda não está bem explorado e as incógnitas são muitas.
Contudo, acredito que as empresas que são nativas do digital vão saber responder de forma mais rápida e eficiente às novas solicitações, por vários motivos:
* apesar da crescente simplicidade de utilização, a net é ainda um meio muito técnico, que envolve conhecimentos que não vejo em grande parte das agências offline ( e qt mais falo com colegas de outros meios mais me apercebo disso );
* as redes sociais são muito bonitas, os grupos de fãs, etc., mas é preciso haver uma plaforma, web, que depois maximize esse capital e converta em resultados reais ( ter muitos amigos no Facebook ou seguidores no Twitter sem conversões não são bons resultados );
* a web tem uma linguagem própria, quer ao nível do design quer ao nível dos conteúdos, e quem melhor do que uma agência digital para conhecer tudo isso. Quem não encontrou já clientes ou parceiros que pensam que desenhar um site é o mesmo que uma brochura ou que os textos podem estar da mesma forma que a publicação da empresa?
E estes são apenas alguns dos motivos porque antecipo uma abertura da parte das agências digitais às novas solicitações, trazendo todo o know how de anos de experiência no digital, estando já muito à frente de grande parte das agências offline, mesmo aquelas que ganham muitos prémios nos concursos de publicidade com sites que envergonham muitos webdesigners, webdevelopers e toda a malta do UxD, IA e afins.
Just my two cents.
Paulo Mártires
Project Manager @ Mediacode
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